Quase todas as empresas mantêm alguma estratégia de marketing de conteúdo para aumentar suas vendas e reconhecimento em torno de suas marcas e produtos. Em uma pesquisa conduzida pela plataforma SEM Rush, 84% delas recorriam ao marketing de conteúdo em 2020, contra 77% no ano anterior. No entanto, apenas 6% dos entrevistados acreditam que a estratégia de conteúdo da sua empresa está madura.

 

Melhorar esse desempenho, no entanto, não depende unicamente da estratégia, mas também da sua boa execução. Imagine uma excelente ideia transformada em um processo caótico e ineficiente? Por isso, ter um workflow organizado pode ser a peça que faltava para o sucesso do seu time de Conteúdo.

 

Neste artigo, vamos discutir como a gestão do seu fluxo de trabalho faz toda a diferença nos resultados do marketing de conteúdo — e como melhorá-la e potencializar sua estratégia.

Por que você precisa de uma estratégia de marketing de conteúdo?

Uma estratégia de marketing de conteúdo vai nortear a produção de materiais informativos e úteis que serão vinculados à sua marca, com a finalidade de atrair clientes. Além de ajudar a gerar leads (ou seja, cativar interessados que podem se tornar clientes no futuro), o marketing de conteúdo pode fazer com que uma marca seja vista pela audiência como uma autoridade em determinado assunto, aumentando sua credibilidade.

 

A estratégia define que tipo de conteúdos serão produzidos, quando e em quais canais serão publicados. Nesse planejamento, é preciso levar em conta os potenciais e as limitações de um determinado canal, além das suas audiências. Um artigo no blog da empresa, por exemplo, deve ter uma abordagem diferente de uma sequência de quadros com informações no Instagram (o chamado “carrossel”).

 

Assim, tal estratégia será desenvolvida para potencializar o alcance e o apelo de cada conteúdo, e para que ele atinja as pessoas certas, conforme os objetivos pré-definidos. Entre os possíveis objetivos de uma estratégia de marketing de conteúdo estão:

 

  • Gerar leads;
  • Aumentar as vendas;
  • Aumentar o tráfego orgânico no site ou no perfil da empresa/marca;
  • Posicionar a empresa como autoridade em determinado assunto;
  • Fidelizar os consumidores.

 

De acordo com uma pesquisa das agências Resultados Digitais e Rock Content, montar uma estratégia de conteúdo é um desafio para 46% das empresas que trabalham com marketing digital. Talvez isso explique por que 73% delas estão direcionando prioritariamente investimentos para a produção de conteúdo.

 

Esse movimento faz sentido especialmente se pensarmos na relação de custo-benefício da produção de conteúdo com foco em tráfego orgânico. A longo prazo, esse caminho é mais barato do que garantir acessos à plataforma da sua marca apenas com anúncios. Isso porque os conteúdos com demanda orgânica rendem visitas por um longo período, enquanto o tráfego pago depende das campanhas. Quando elas acabam, despenca também o número de acessos.

Qual a melhor definição de marketing de conteúdo?

Segundo o Content Marketing Institute, o marketing de conteúdo é “uma abordagem de marketing estratégico focada na criação e distribuição de conteúdo valioso, relevante e consistente para atrair e reter um público claramente definido — e, em última análise, para impulsionar uma ação lucrativa do cliente”.

 

Em sua página oficial, Neil Patel, tido como um guru do marketing digital, define o marketing de conteúdo como “uma estratégia de marketing focada em produzir e distribuir conteúdo relevante para o público-alvo no momento em que ele mais precisa”.

 

Basicamente, o marketing de conteúdo desperta a atenção para uma determinada marca por proporcionar informações úteis para uma audiência. Ou seja, a marca se aproxima das pessoas ao oferecer algum valor a elas.

 

Por isso é tão importante definir quem são as pessoas para as quais o conteúdo será direcionado. Uma forma de fazer isso é criar personas, indivíduos imaginários que sintetizam características de uma determinada audiência-alvo.

 

Também é importante entender onde essas personas estão situadas no funil de vendas. As necessidades de quem está no topo do funil, por exemplo, diferem bastante das motivações de quem está no meio ou no final da jornada de compra.

Por que um workflow organizado beneficia sua estratégia de conteúdo?

Como já mencionamos, ter uma boa estratégia de marketing de conteúdo é essencial para tirar seus esforços do papel. Mas ela não consegue trazer os resultados sozinha. Você precisa olhar com atenção para o processo de produção e divulgação dos conteúdos. Nesse sentido, ter um workflow organizado pode determinar o sucesso da sua estratégia.

 

Um workflow (fluxo de trabalho, em português) é uma série pré-definida de tarefas que devem ser executadas para que um objetivo específico seja alcançado. Ele ajuda equipes a organizar e otimizar processos, definindo padrões e etapas que se repetem. Correspondem, basicamente, a manuais de instrução, que precisam ser seguidos.

Um fluxo de trabalho digital garante que as regras estipuladas para o processo sejam sempre seguidas. Vários softwares permitem que você crie e execute um workflow com tecnologia baseada na nuvem — ou seja, acessível por qualquer um da equipe em qualquer lugar.

 

Tirar um workflow do papel não só garante que ele seja seguido à risca, como também permite que ele seja automatizado: tarefas manuais passam a ser feitas pelo software, e não pelas pessoas. Isso poupa tempo e recursos das equipes envolvidas, além de diminuir a quantidade de falhas humanas que podem comprometer o resultado final do processo.

 

O primeiro passo para ter um workflow digital eficiente é passar pelo chamado mapeamento. Trata-se de uma grande avaliação do processo vigente, na qual são estabelecidos padrões e procedimentos de execução. Esse “mapa” normalmente é montado com diagramas, facilitando a visualização do fluxo de trabalho. A partir deles, uma versão digital do workflow pode ser desenvolvida dentro de um programa específico

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Ferramentas de marketing de conteúdo: com qual delas montar seu workflow?

É comum que as equipes usem várias ferramentas de marketing de conteúdo para o planejamento e divulgação das publicações. São gerenciadores de tarefas, replicadores de conteúdos em redes sociais, plataformas de email marketing e de otimização de SEO, só para citar alguns exemplos.

 

No entanto, a ferramenta central para que você resolva os problemas estruturais do seu processo é um software de workflow. É nessa plataforma que você vai montar e executar o seu fluxo de trabalho, e é dentro dela que vai ser regido o uso de todas as outras ferramentas.

 

De acordo com pesquisa da Resultados Digitais e da Rocket Content (2019), 31,32% dos negócios usam várias ferramentas de Marketing e Vendas, mas só algumas delas são integradas entre si. Apenas 9,5 % das empresas mantêm ferramentas de Marketing, Vendas e Pós-Vendas totalmente conectadas de forma estratégica, cobrindo toda a jornada do cliente.

 

Por isso, o ideal é que o software escolhido para executar seus workflows possibilite a conexão com essas outras plataformas, de modo que uma ação executada dentro do software resulte automaticamente em outra ação na plataforma de publicação, por exemplo. E que esse software possa abrigar outros processos de marketing ou mesmo de outras áreas da empresa, conectando-os de forma eficiente ao fluxo de produção de conteúdos.

 

Além disso, é interessante que o software ofereça algumas outras funcionalidades, como:

 

  • Caixa de entrada centralizada, de forma que todos da equipe possam ter acesso aos emails que chegam, assegurando prazos.
  • Automações sem dificuldade, para que seu time possa configurar a execução de tarefas manuais pelo próprio software com facilidade, apenas selecionando e arrastando itens com o cursor.
  • Dados para relatórios, extraídos de forma imediata a partir da atividade no workflow.
  • Visibilidade, para que atividades possam ser acompanhadas em tempo real por qualquer membro da equipe, não importando sua localização geográfica.

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Pipefy é um software de gestão de processos que pode fazer a diferença na sua estratégia de marketing de conteúdo. Ele reúne todos os atributos que citamos acima e, por ser no-code/low-code, o software não requer nenhum conhecimento técnico de programação para quem quer organizar e modelar qualquer processo de trabalho.

 

Com Pipefy, a equipe do Magazine Luiza conseguiu reduzir o retrabalho com briefings que chegavam incompletos, e passou a entregar 3 mil peças de marketing por mês. Antes da adoção da plataforma no-code, quase metade dos briefings (47%) tinha informações faltantes que inviabilizavam o trabalho.

Graças aos formulários online do Pipefy, o time de marketing conseguiu simplificar e padronizar as demandas, reunindo todas as informações necessárias para o trabalho criativo de uma vez só. Isso mostra que uma dose de organização e a ferramenta certa para gerir um processo alavancaram a produtividade da equipe — e o seu time pode ser o próximo a alcançar esse resultado.

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