5 indicadores de desempenho financeiro que ajudam na sua rotina!

Team Pipefy
Homem de casaco sinalizando com um joinha

Ficar atento aos indicadores de desempenho financeiro da sua empresa é indispensável para manter os negócios sempre viáveis, mais competitivos e até mesmo protegidos contra possíveis cenários críticos.

Para você ter ideia, menos de 40% das empresas brasileiras tiveram saúde financeira para suportar os impactos da recente crise gerada pela pandemia, segundo dados publicados na CNN. Isso reforça como é importante manter as finanças em dia e garantir pleno equilíbrio das contas, dos investimentos, estratégias e toda tomada de decisão com impactos monetários. 

Mas afinal, por que esse cuidado é importante e quais os melhores exemplos de indicadores financeiros para manter em vista? Descubra a seguir.

Indicadores de desempenho financeiro: Você analisa os do seu negócio?

Você provavelmente já sabe que os indicadores de desempenho financeiro correspondem a métricas que dão base para compreender a situação e o desempenho das finanças da sua empresa.

Todo empreendedor concorda que, quando o assunto é ganhar ou investir dinheiro, é preciso ter decisões muito bem embasadas e assertivas para qualquer tipo de ação.

Sendo assim, esses indicadores são imprescindíveis justamente para munir os gestores com informações confiáveis sobre o desempenho da organização e suas perspectivas. 

Se a área financeira está entre as mais relevantes dos negócios, então essas métricas também figuram entre as mais importantes para que os negócios sejam promissores, lucrativos e bem-sucedidos.

De maneira geral, são esses números que apontam se a empresa consegue gerar caixa suficiente para obter lucro, se os investimentos estão tendo um bom retorno, se os gastos médios dos clientes são positivos, entre outras análises indispensáveis para uma boa gestão.

Muitos empresários, especialmente aqueles menos experientes, acreditam que observar os resultados de vendas e o faturamento basta para ter bons indicadores de desempenho financeiro

Contudo, a verdade é que essas métricas não conseguem apontar sozinhas se a saúde financeira é positiva e quais são os pontos de melhorias para que seja possível escalar mais.

Afinal, não são incomuns as organizações que vendem bastante e lucram pouco, ou que vendem satisfatoriamente mas não têm recursos disponíveis para crescer mais. 

Nesses e em outros casos, é fundamental que tudo seja analisado em um contexto criado por métricas precisas, que por sua vez são direcionadas a diferentes demandas importantes. 

Ao acompanhar os indicadores certos, e manter seus relatórios sempre à mão, melhores decisões são garantidas, assim como o crescimento contínuo dos processos financeiros

Quais os principais indicadores? 

Evidentemente, toda empresa possui suas próprias características, processos e métodos de atuação mercadológica. Isso significa que nem sempre uma métrica relevante para determinado negócio será útil para outro. Tudo depende de análises que realmente façam sentido para o controle e crescimento organizacional.

Apesar disso, existem indicadores de desempenho financeiro comuns a praticamente todos os segmentos, que podem ser valiosos para a grande maioria dos empreendedores. São eles:

Receita Bruta

A receita bruta é um indicador comum e de domínio amplo entre os gestores. Ele se baseia na receita total obtida a partir das atividades realizadas pela empresa, como na venda dos seus produtos ou na prestação de seus serviços.

Basicamente, ele visa quantificar qual foi o valor gerado pela organização, desconsiderando suas despesas. Medí-lo é essencial para calcular outras métricas importantes, como o retorno sobre o investimento, capital investido, EBITDA, entre outros.

ROI

ROI é a sigla para Return on Investment, ou Retorno Sobre o Investimento. Esse indicador consiste na relação entre o dinheiro obtido a partir de determinado investimento com os gastos necessários para a sua realização. Trata-se de uma medida que aponta o sucesso e a efetividade dos recursos investidos em determinado projeto organizacional. 

Para calculá-lo, basta subtrair o ganho obtido em uma ação pelo valor investido para efetuá-la. Em geral, números maiores que 1 são positivos. Se eles forem menores do que isso, é sinal de que a empresa perdeu dinheiro ao investir. 

Ticket Médio

Já o ticket médio pode ser resumido como a média de valores gastos pelos consumidores com os produtos ou serviços da empresa durante suas compras. Sua mensuração é importante para comparar com os investimentos feitos na conquista e na conversão de novos clientes.

Quanto maior for o ticket médio, maiores são os ganhos obtidos a cada nova venda. Sua obtenção é feita a partir de uma média dos preços das conversões realizadas em determinado período de tempo. 

EBITDA

Por sua vez, a margem EBITDA representa a geração de caixa do negócio. Isso corresponde ao volume de recursos gerados a partir das atividades operacionais, sem considerar depreciações, amortizações e outros efeitos financeiros. 

Seu uso é muito relevante em termos de planejamento financeiro, especialmente para comparações de mercado. Para realizar o cálculo, basta somar o Lucro Operacional Líquido à Amortização e Depreciação. 

Custos Variáveis

Para finalizar, os custos variáveis são aqueles que mudam de acordo com o volume produtivo da companhia. Tratam-se das despesas associadas à produtividade da organização, que variam proporcionalmente ao rendimento de suas atividades.

Isso inclui comissões de vendas, matérias-primas, contas mensais, entre outros gastos que precisam ser mensurados para compreender sua variabilidade e padrões ao longo do ano.

Agora que você já conhece alguns dos indicadores de desempenho financeiro mais relevantes para o seu negócio, que tal ter acesso à melhor ferramenta para obtê-los, gerenciá-los e garantir ainda mais métricas indispensáveis para o seu sucesso? Clique aqui e conheça as principais funcionalidades da Pipefy.

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